O Massacre do Pinheirinho

É preciso denunciar fortemente o crime hediondo que setores do executivo e do judiciário paulista e da cidade de São José dos Campos cometeram e estão cometendo contra a população do Pinheirinho em nome do capital financeiro e de sua face mais criminosa, aquela que massacra e financia o massacre de inocentes com seu dinheiro sujo que roda o mundo promovendo este tipo de massacre, financiando práticas ilegais e matando mais e mais pessoas todos os dias.

Estamos vendo acontecer ao nosso lado massacre de pessoas inocentes tão grave como àquele que acontece com nossos irmãos palestinos, haitianos e demais povos massacrados pela força do dinheiro sujo que move os seus covardes algoses.

É preciso denunciar com todas as forças para que não tenhamos em nosso pais a impunidade que segue o rastro de tais massacres.

O vídeos a seguir eu vi via @mari_fro e republico aqui no Arlesophia.

Imagem de Amostra do You Tube

 

Documentário Revolution OS

Documentário que conta a história do projeto GNU e do Linux.

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

Parte 5

Parte 6

Parte 7

Parte 8

Parte 9

 

Fonte: http://www.downgratis.com/videos/revolution-os/#ixzz1hCfeOqz8

WiFi Livre #WiFiL

Estou testando o sistema http://ushahidi.com . Com ele é possível georeferenciar situações tais como catástrofes naturais e etc, fazendo, assim, coberturas colaborativas. Vou usa-lo para algo menos sofrido: a ideia é publicizar redes abertas pelo Brasil. Não há pretensões no projeto. Apenas mostrar o potencial da ferramenta que parece ser aplicável à várias situações, inclusive como ferramenta de denúncias para posterior avaliação por profissionais da área das comunicações, uma vez que a ferramenta possibilita a categorização da fonte ou da notícia reportada antes de sua publicação ou antes de marcá-la como verificada. Enfim, quem quiser ajudar é só entrar em WiFiL.org ou usar a hashtag #WiFiL no Twitter. Basta indicar onde podemos encontrar uma rede sem fio aberta ou compartilhar a senha de sua conexão.

 

Errata – Waack: de interlocutor a “informante”

Não sei se eu sou um dos blogs e sites citados pelas autoras do texto a seguir, mas é melhor publicar o artigo que segue, que tomei conhecimento através do blog do Rodrigo Vianna.

Bem, não vou tentar aqui me justificar mas, quando vi a resposta de Natália ao meu e-mail, tive a impressão de que as relações entre Waack e os representantes do governo americano eram verídicas, mas não endossei a opinião do portal R7 de que ele seria informante dos EUA. “A jornalista respondeu o meu e-mail nos seguintes termos: “Sim, é fato, mas a notiica pe velha. Leia a versçai completa na Pública: (links)”.

Por outro lado, informo que não recebi de Natalia nenhum comunicado pedindo a correção do meu post, o que me faz crer que ela, na verdade, esteja se referindo não a este blog, até devido à sua insignificância, mas sim a outros meios. Mesmo assim, acho conveniente postar esta errata:

Do Observatório da Imprensa

Fomos surpreendidas pela polêmica gerada por uma “notícia” publicada em um blog e reproduzida em grandes portais da internet de que o jornalista William Waack, da TV Globo, seria “informante” da embaixada americana – revelação que estaria dentre os documentos diplomáticos obtidos no ano passado pelo WikiLeaks. A notícia se espalhou pela internet, com grande repercussão nas redes sociais e no twitter. Chegou até mesmo ao site americano HuffingtonPost.

Alguns veículos reportaram ainda que Natalia Viana, uma das diretoras da Pública, como “representante do WikiLeaks no Brasil” teria confirmado tal informação. Dois equívocos: a jornalista Natalia Viana, não é, nem nunca foi, representante do WikiLeaks no Brasil. E não concordamos de modo algum que os documentos do WikiLeaks qualifiquem Waack como “informante” dos americanos.

Esclarecendo o primeiro ponto: em um trabalho voluntário para o WikiLeaks – organização que desafiou o jornalismo com sua exigência radical de transparência –, Natalia Viana foi responsável pela publicação e distribuição dos documentos diplomáticos referentes ao país, cujo conteúdo foi parcialmente relatado pelos jornais O Globo e Folha de S. Paulo,de novembro de 2010 a fevereiro deste ano.

Ao fundar a Pública, o primeiro centro de jornalismo investigativo do país, em abril deste ano, fechamos uma parceria com o WikiLeaks para trabalhar jornalisticamente com documentos obtidos pela organização de Julian Assange. Entre junho e agosto publicamos mais de 50 reportagens com base em documentos não publicados pela imprensa.

Cultivar fontes

Em meio a documentos utilizados como base para uma reportagem que tratava da relação entre a mídia brasileira e a missão diplomática americana, havia, de fato, três documentos que citavam William Waack como interlocutor de representantes dos EUA em três ocasiões: duas vezes com o cônsul americano em São Paulo, e uma vez com o embaixador Thomas Shannon.

Em setembro de 2009, em um encontro com o cônsul na presença de Sérgio Fausto, à época diretor do Instituto Fernando Henrique Cardoso (iFHC), Waack transmitiu uma versão, que circulava à época, de que os então governadores de São Paulo, José Serra, e de Minas Gerais, Aécio Neves, teriam acertado uma “chapa puro-sangue” do PSDB para disputar a presidência com Dilma Rousseff. O que, como sabemos hoje, jamais se concretizou.

Ao embaixador Thomas Shannon, em fevereiro de 2010, Waack teria dito que, em um fórum com empresários, Aécio Neves teria se mostrado “o mais carismático”, Ciro Gomes “o mais forte”, Serra “claramente competente” e Dilma “a menos coerente”. Waack é classificado pelo embaixador como “crítico ferrenho” do governo Lula.

Em nenhuma passagem dos documentos se pede que a fonte (Waack) seja protegida – sinalizada pela observação de “please protect” (favor proteger) – que, nos documentos diplomáticos dos EUA, indicam fontes que passam informações relevantes, de bastidores ou internas. Há uma passagem dúbia em que se pode pensar que Waack é chamado de “insider”, mas nada na conversa aponta para o fato de ele ser mais do que um jornalista com algumas especulações sobre o futuro da disputa eleitoral.

O simples fato de um político, jornalista ou empresário ir até à embaixada ou ao consulado americano não significa que ele seja considerado um informante pelos diplomatas dos EUA. Como sabem diplomatas e jornalistas, representantes estrangeiros se reúnem o tempo todo com pessoas do país para se informar, sentir o que pensam determinados setores, para afinar sua visão sobre a política ou a economia do país; é esse o seu trabalho. Do mesmo modo, não se pode criticar políticos ou jornalistas por se aproximarem dos diplomatas, também com o objetivo de buscar informações ou cultivar fontes que possam trazer novidades sobre as relações bilaterais.

Convicções políticas

Waack foi apenas um dos jornalistas que conversaram com diplomatas americanos. Outros nomes – como Fernando Rodrigues, presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) ou Leonardo Sakamoto, jornalista que cobre e luta contra o trabalho escravo no país (e que é conselheiro da Pública) – também são citados nos documentos do WikiLeaks em conversas com diplomatas americanos.

Nada mais normal. Culpar um jornalista por ter conversado com um embaixador é como punir um mecânico por estar com as mãos sujas de graxa.

O fato de alguém ir ou não à embaixada só é notícia se o conteúdo da conversa é importante – uma informação de bastidor sobre o governo, por exemplo – ou se a própria visita à embaixada for algo que o público em geral jamais imaginaria.

É o caso, por exemplo, do ex-ministro da Defesa Nelson Jobim, que segundo os documentos compartilhava abertamente com os americanos a antipatia em relação ao “antiamericanismo” do Itamaraty; não hesitou em contar que Evo Morales teria tido um tumor no nariz; e passou informações sobre a compra dos caças, de interesse comercial dos EUA, e sobre parcerias militares com outros países no combate ao narcotráfico.

Do mesmo modo, o ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu criticou Lula e o PT em um encontro com o ex-assessor do Departamento de Estado americano Bill Perry, isentando-se de responsabilidade pelo esquema que ficou conhecido como mensalão; e o ex-deputado Luiz Eduardo Greenhalgh, do PT, notório crítico da atuação americana e advogado de diversos integrantes do MST, contou bastidores do PT e do MST ao cônsul americano em São Paulo.

Já Wiliam Waack apenas transmitiu suas opiniões – a favor do PSDB e contra o PT – e arriscou palpites políticos em suas conversas com os diplomatas americanos. Talvez a preferência do jornalista da Globo pelo partido tucano seja algo não muito claro para o público que o assiste todo dia na televisão. Aqui, a polêmica é outra, e bem mais interessante: será que os jornalistas deveriam ser mais claros sobre as suas convicções políticas quando debatem o assunto diante do público? Infelizmente, todo o alvoroço que se fez sobre o caso jamais tocou nesse assunto.

Aos fatos

Neste caso, como tem acontecido com uma velocidade impressionante, uma “notícia” mal apurada foi reproduzida por diversos veículos, na pressa de produzir mais, e não melhor.

Não há nada de novo no ar. Todos os documentos diplomáticos do WikiLeaks referentes ao Brasil estão disponíveis ao público desde julho deste ano. Dica da Pública: basta acessar o site www.cablesearchnet.orge buscar por palavra-chave para formar sua própria opinião sobre assunto.

Para nós, jornalistas, passado o vendaval de notícias, não seria má ideia se debruçar sobre esses ricos documentos que ainda escondem muitas histórias de interesse público e servem como ponto de partida para investigações relevantes. Ou será que já esquecemos as revelações sobre a prisão de suspeitos de terrorismo sob acusação de narcotráfico para “não levantar suspeitas”? Ou que 30 oficiais da DEA americana foram transferidos para o Brasil depois de expulsos da Bolívia por espionagem?

É hora, como dizemos na agência Pública, de deixar a polêmica vazia de lado e buscar os fatos.

Software open source é o melhor para Portugal, afirma especialista

O presidente da Associação de Empresas Open Source Portuguesas, Gustavo Homem, justifica a utilização de softwares open sources no atual cenário econômico português. A fala do presidente da ESOP me lembrou muito a fala do ex-presidente Lula no FISL 10, onde este falava que a opção pelo, naquele caso, software livre atendia também a uma necessidade de soberania, incentivando a compra pelo governo de softwares com “sabor” brasileiro, e não de “enlatados” gringos.

Além da questão da liberdade e da abertura dos códigos, o que promove maior segurança, a adoção de softwares de códigos abertos promovem a economia local e, ao mesmo tempo, incentivam um “mundialização” do conhecimento, uma vez que são compartilhados os conhecimentos adquiridos na construção de tais softwares é compartilhado mundialmente entre os desenvolvedores.

Fiquem com a entrevista concedida ao iGOV pelo especialista português:

Software Open Source pode ter papel importante no actual contexto económico

Por Antónia Marques

Uma maior opção por software ope source poderá ser uma forma de reduzir custos na Administração Pública (AP). Esta é a convicção de Gustavo Homem, Presidente da Associação de Empresas de Software Open Source Portuguesas (ESOP). Em entrevista ao iGOV, Gustavo Homem falou ainda do impacto mais vasto desta opção na economia portuguesa.

Qual a importância que o recurso ao software open source pode ter para a Administração Pública (AP) no actual contexto económico-financeiro?

Na nossa opinião o open source tem importância em várias vertentes. Por um lado a questão da redução de custos, e o impacto na balança comercial, que tem tudo a ver com aquilo de que se fala muito agora, a substituição de importações, através da criação de novos produtos inovadores com uma incorporação maior de valor nacional, levando a que o próprio consumo do Estado seja feito com um maior recurso à economia interna.

Por outro lado temos o facto de haver software open source nacional ser, neste momento, de muito boa qualidade.

E o software open source é o mais adequado em todas as soluções?

Não digo que seja a solução indicada para 100 por cento dos casos, nem se calhar para 90 por cento. Mas para um grande número de cenários é de facto a solução indicada, tanto na relação custo/benefício, como pela boa qualidade que neste momento já tem.

Então porque não é o software livre a escolha na maior parte dos casos?

Penso que estamos a ir nesse caminho. A questão é que as condições iniciais de que nós partimos são as condições de predominância, do quase monopólio, de alguns produtos fechados. No entanto, por um lado creio que a situação financeira em que o país está justifica que tenhamos redobrada atenção para esta problemática e por outro lado temos indicadores de que as coisas estão de facto a evoluir nesse sentido. Se olharmos para as estatísticas internas da ESOP vemos que crescemos 100 por cento desde o momento inicial de lançamento. De facto, creio que há alguma evolução mas essa evolução deve ser muito mais rápida.

E não faz sentido estar a aumentar os impostos sobre os cidadãos, a cortar os ordenados dos funcionários públicos para depois as compras públicas não serem mais criteriosas no que se refere ao custo/benefício. E neste ponto (custo/benefício) o open source é muito forte.

As empresas portuguesas de software open source têm capacidade de resposta se para tal forem chamadas?

Não está apenas em causa a existência, digamos, abstracta de software open source que pode ou não ser aplicado em diferentes cenários, mas também a existência de serviços profissionais. Este software é, efectivamente, fornecido por empresa credíveis, que dão garantias da boa implementação do produto. E é aqui que se pode ligar ao impacto na balança comercial, ou seja, quando ao invés de se fazem importações estamos a contratar directamente na economia local, que consequentemente leva à criação de emprego. E neste caso estamos a falar na criação de emprego qualificado.

Como se traduz em emprego actualmente o sector das empresas portuguesas de open source?

As 25 empresas do universo da ESOP representam, neste momento, mais de 600 trabalhadores, que prestam serviços profissionais deste género. E neste momento temos as condições reunidas porque há, de facto, capacidade instalada para prestar estes serviços, que se calhar há uns anos não existia, ou não existia da mesma maneira. E dada a actual situação económica temos que levar esta questão a sério.

E em relação à nova legislação das normas abertas. Acha que finalmente se vai no bom caminho?

As normas abertas são um problema digamos ortogonal ao do open source. Porque as normas abertas são, no fundo, um mecanismo essencial para haver concorrência no mercado. Se houver normas abertas os formatos e os protocolos passam a ser conhecidos e diferentes produtos de diferentes naturezas podem competir utilizando essas linguagens comuns que ficam definidas. É importante salientar que as normas abertas podem ser usadas por qualquer tipo de software, seja software open source, seja software proprietário, seja de grandes empresas, seja de Pequenas e Médias Empresas nacionais.

E sobre a legislação em concreto…

Penso que se está a fazer uma legislação que conseguiu reunir o consenso, que envolveu várias instituições, e que finalmente está próxima de ter resultados. Creio que a intenção de todos é que a legislação seja efectivamente aplicada. Não vejo razões para esperar o contrário.

 

Ubuntu na palma da mão?

Ubuntu na palma da mão?

Pois é, parece que a novidade, com lançamento previsto para 2014, agora é oficial. Seria bem interessante contar com a distribuição Linux mais popular para desktops e note books na palma das mãos. Mais interessante ainda com a possibilidade de integração total entre o seu smartfone, seu tablet e seu PC, contando com um único sistema. O melhor de tudo é se esta novidade mantiver as mesmas licenças do Ubuntu tradicional, isto é, ser totalmente livre. Bem, vamos aguardar. Mas fica aqui a esperança de contar com sistemas livres também nos dispositivos móveis.

Fique om matéria sobre o tema.

Linux Ubuntu poderá chegar a smartphones e tablets em 2014

Rumores do Ubuntu em tablets é o que não falta, e essa façanha já foi realizada em vias não-oficiais, mas agora os rumores começam a se aproximar da realidade, já que Mark Shuttleworth (fundador da Canonical) resolveu lançar um desafio durante a Ubuntu Developer Summit (uma feira para desenvolvedores Linux), e este desafio seria nada mais do que um incentivo para os desenvolvedores trabalharem com algo que vá além da tradicional interface do PC.

Entretanto, apesar do desafio ser lançado este ano, vai demorar um pouco para encontrarmos o Ubuntu Linux rodando em um tablet (pelo menos de forma oficial), pois Mark Shuttleworth afirmou que ainda estará mantendo seu foco no desenvolvimento para PCs, mas espera-se que até 2014 já podemos encontrar o Ubuntu em outros dispositivos, como smartphones, tablets e até mesmo em carros e smart TVs.

Realmente é uma boa novidade – principalmente para os entusiastas do sistema operacional do pinguim. Agora só nos resta aguardar para que os desenvolvedores criem novos protótipos – principalmente em tablets.

Qualquer novidade, estaremos de olho.

Facebook: qualificando os seus usuários?

Já imaginou que, para recuperar sua senha em uma rede social ou por estar com dificuldades de entrar em determinado site, você tenha que contar com a ajuda de amigos?

Pois é isso que o Facebook vai adotar como mecanismo de recuperação de senhas.

Mas, por que isso?

O que fica cada vez mais evidente é que o Facebook quer qualificar cada vez mais seus usuários. Nada melhor para fazer isso do que confirmar, ou, neste caso, criar dependência entre usuários, que, ao se tornarem “amigos de confiança” acabam por confirmar a existência do usuário que lhes delegou esta função.

 Facebook anuncia novas ferramentas para segurança dos usuários

O Facebook anunciou, na última quinta-feira (27), uma nova ferramenta de segurança que usa os amigos de confiança do usuário, caso ele tenha problemas para entrar em sua conta.

De acordo com a rede social, o usuário deve escolher de três a cinco amigos de confiança que irão lhe ajudar, caso ele tenha problemas para acessar sua conta na rede. “É como se você estivesse dando uma cópia da chave da sua casa a seus amigos”, diz a equipe de segurança do Facebook, em um post em seu blog oficial.

Assim, quando o usuário esquecer sua senha ou não conseguir ter acesso a sua conta de e-mail, o Facebook irá enviar códigos para os amigos de confiança. Essa informação poderá ser passada ao usuário e usada no acesso à conta.

Outro novo serviço de segurança é a possibilidade de colocar senhas para entrar em aplicativos. Será possível escolher uma combinação para fazer o acesso aos aplicativos que funcionam dentro da plataforma do Facebook. A senha será gerada pelo próprio Facebook e não precisará ser memorizada pelo usuário.

As novas ferramentas de segurança serão testadas por alguns usuários na próxima semana, informa o Facebook.

 

Wikileaks realmente revela relações entre Waack e o Governo dos EUA

Conversei por e-mail com a jornalista Natália Viana, parceira do projeto Wikileaks no Brasil, para averiguar se a reportagem do portal R7, que twitei hoje no início da tarde sobre o jornalista William Waack, tinha realmente como fonte o Wikileaks.

A jornalista me confirmou a veracidade da informação, que se trata, na verdade, de um cozidão, e me apontou reportagens completas da Agência Pública onde a passagem que aponta William Waack, da TV Globo, e outros jornalistas, como Fernando Rodrigues, do UOL, como interlocutores diretos da Embaixada dos Estados Unidos junto aos meios de comunicação no Brasil são mencionadas.

Fique aqui com as matérias da Agência Pública sobre as ligações estreitas entre grupos de comunicação e o Departamento de Estado dos Estados Unidos:

Atualização:

Mais informações do blog CartaCapital/Wikileaks, editado pela Natália Viana, e declaração dela ao JB (via LEN, no Twitter):

"Brasil é o primeiro no mundo no uso de software livre"

Afirmou John ‘Maddog’ Hall no encerramento da Latinoware 2011 em Foz do Iguaçu

Foi com essa afirmação que John ‘Maddog’ Hall, um dos maiores entusiastas do software livre, encerrou a maior edição de todos os tempos da Conferência Latino-Americana de Software Livre – Latinoware 2011. O evento foi sucesso absoluto e acumulou quebra de recordes. Durante três dias consecutivos, o Parque Tecnológico Itaipu (PTI) foi palco de palestras, workshops, discussões e reflexões sobre a realidade atual e perspectivas futuras sobre o uso de software livre.

Promovida pela Itaipu Binacional, Fundação Parque Tecnológico Itaipu – Brasil, Companhia de Informática do Paraná (Celepar) e Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e patrocínio da Petrobras, Previdência Social, Governo Federal e Banco Itaú, a Latinoware 2011 teve 4.231 participantes inscritos, ultrapassando marcas anteriores.


“Essa foi a maior Latinoware de todos os tempos. Por incrível que parece, cerca de 50% das pessoas foram novos congressistas. Veio caravanas de lugares que a gente nem imagina que estavam vindo, como do norte do Espírito Santo, que agregou 20 cidades da Bahia. Teve, também, novamente, caravanas do Acre e participantes e palestrantes de 11 países, entre eles a Dinamarca, França, Alemanha, Estados Unidos, Canadá, México, Paraguai, Argentina. Mas, o grande diferencial da Latinoware 2011 foi a qualidade da grade de palestrantes”, destacou Marcos Siríaco, um dos coordenadores da Latinoware.

Passaram pelos palcos da Latinoware deste ano nomes renomados como Jon “Maddog” Hall, um dos criadores do sistema operacional Linux; Rasmus Lerdorf, criador da linguagem de programação PHP; Dries Buytaert, criador do Drupal, plataforma livre para websites; entre tantas outras personalidades do software livre nacional e mundial. Ao todo foram mais de 150 palestras, e uma média de 30 minicursos.

Durante a palestra de encerramento da Latinoware 2011, John ‘Maddog’ Hall, presidente da Linux International Fundation, falou sobre os vinte anos da Linux e sobre as perspectivas de futuro e afirmou que o Brasil é referênciano uso de ferramentas de códigos abertos. “Eu acredito que o Brasil, em aceitação de pessoas e do Governo Federal, é primeiro do mundo”, enfatizou.

Além disso, diversas atividades paralelas aconteceram durante a Latinoware 2011, como o Showroom Tecnológico, organizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, que reuniu exposição de serviços oferecidos por empresas parceiras do Sebrae, assim como palestras e apresentações.

A Latinoware abrigou um espaço de exposições, Laboratório de Robótico, e conferências organizadas pela comunidade Drupa, Mozilla, Conferência Internacional e-Health em Economias Emergentes – IWEEE e um encontro latino-americano de autoridades governamentais para discussões sobre o uso do software livre no governo e na rede pública de ensino.

Durante a Latinoware também foi anunciada a criação Núcleo de Desenvolvimento de Software Livre, com sede no PTI. Nos próximos seis meses, profissionais de informática da região da tríplice fronteira serão treinados para se tornarem desenvolvedores de softwares livres. O órgão será coordenado por profissionais do PTI, da Itaipu e da Associação Libre de Tecnologia Abertas (Alta).

Fonte: ClickFoz

INproprietário – O mundo do Software Livre

Documentário sobre Software Livre.

Parte 1:

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Parte 2:

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Parte 3:

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